Não sou mais alérgico ao leite !!! uhuuuuuu

11/08/2010

Toda História tem começo, meio e um final... Feliz !

Toda mãe, pensa na chegada do filho, planeja tudo como será nos mínimos detalhes... da lembraçinha ao quarto do bebê, tudo tem que sair como planejado, realmente deveria ser mais nem sempre é assim que acontece, principalmente se pensamos no segundo filho já imaginamos: é tudo igual ao primeiro, pois cuidar de um bebê é tudo igual já sabemos como é, comidinhas, suquinhos, pensamos que por serem irmãos serão parecidos comportamentos, saúde enfim mais as vezes fazemos tudo igual porque não dá certo? É aí que nos descobrimos o que não queremos, que não somos perfeitos e que um filho também pode não ser como outro, um pode sofrer limitações e outro não... vejamos: somos almas cada qual com suas missões e nossos filhos também! com todas suas diferenças e particularidades e nós mães vamos caminhar com eles aprendendo á cada dia, um passo de cada vez... E que missão maravilhosa é essa que nos foi dada!  vemos por ai quantas mães incapazes de cuidar de seus filhos, de amar, de se doar ... pense nisso...

 

Jóia  Vou falar um pouco da nossa história, tentei resumir mais precisa ser do começo para que se entenda o tamanho da vitória no final:

 

 

O Gabriel nasceu de 34 semanas, tinha contrações há semanas sem dilatação, e o bebê já pesava 3100 gr a obstetra resolveu fazer o parto, foi cesárea realmente ele pesou 3 200 gr, teve desconforto respiratório teve que ficar na uti 24 horas, não recebeu leite materno assim que nasceu, e sim complemento no berçário.  Meu leite demorou á descer, ele recebia nan, depois só peito ele mamava bem, mais chorava incessantes 2, 3 horas chegava a dar o nan pensando que era fome pois, ele chorava muito e ai já estava na hora de mamar de novo, percebia um desconforto dele na hora de mamar, ele tossia com a boca no peito, ficava com a boca cheia de leite.

Com 10 dias de nascido ele teve febre, 38,5 e na ficou internado, investigaram leucemia, exames de sangue alterado provável infecção, icterícia nível alto ficou no banho de luz... Possível eczentema viral. Alta sem conclusão.

Desconfiava de refluxo ele só dormia no bebê conforto, vomitava de jato... começamos com digesan nada resolvia, ele ganhava peso mais tinha choro excessivo, com quatro meses pesquisa de eed positiva refluxo, trocamos medicação motilium e label e nada de melhora ele continuava vomitando o dia todo, até que largou o peito entramos nos leites nan não ganhava peso, mudamos pra o ninho ele emagreceu muito e nem havia se cogitado a hipótese de alergia alimentar. Mudei de pediatra na seqüência ele teve uma bronquiolite ficou internado cinco dias... e graças a Dra. Ana Pochini que na época trabalha no hospital e por muitas vezes esteve presentes nos momentos dos vômitos chegou á conclusão que alguma coisa estava errada, na época estava tomando leite de soja que foi mais bem aceito que o leite de vaca, mesmo assim aconteciam vômitos diariamente, diarréias e perda de apetite, ganho de peso baixo. Com oito meses depois de um pH-metria resultado considerável ao diagnostico de refluxo ficava com o esôfago muito tempo exposto ao acido do estômago, e exames de sangue descobrimos alergia alimentar do Gabriel,  IGE 413 normal seria 30 e rast classe quatro positivo para as proteínas do leite, betalactoglobulina, lactoalbumina e caseínas.

Enfim começamos a dieta cheia de medo das restrições pois, eram muitas para uma criança tão pequena tão debilitada, difícil de acreditar que criança não possa beber leite, para muitos leite era o essencial ...Tiramos primeiramente o leite ficamos com a soja mais o Gabriel constantemente com pulmão chiando e abaixo do peso, cometemos muitos erros quanto as traços de leite, ele ainda vomitava muitas vezes, tiramos da dieta o ovo outro alergeno em potencial e ai já no pregomim (hidrolisado de proteína de soja) ele parou de vomitar, a diarréia ainda permanecia.

Descobrimos outra batalha, convencer á todos que não é uma louca alucinada que controla tudo que seu filho come, desde de uma bala á uma comida na casa de alguém. Não se pode descartar nada, a panela usada, ao talher que mexeu um purê de batata colocado no feijão eram dias de diarréia e vômitos, quando não evoluía para uma pneumonia pois, refluía muito, ou uma sinusite pela quantidade de secreção nasal que criava. Fomos acumulando receituários, exames, as idas ao pronto socorro eram semanal febres sem causa, vômitos, diarréias, pneumonias... Primeira endoscopia positiva para refluxo esofagite erosiva, entramos no Losec mups (omeprazol)  diariamente, mais motilium e label, mais quando tomava antibiótico e mais alguma medicação para febre chegava a tomar 11 doses de medicação por dia só piorava o intestino destruído. Fizemos várias investigação para á diarréia, mais nada foi descoberto, os alimentos saiam inteiros nas fezes, como uvas cenoura, carne, sem serem digeridos, usamos medicação para diarréia crônica com resultado parcialmente satisfatório, ainda estávamos no pregomin, investigamos com imunologista varias doenças auto imunes, células natural killer, se criou imunidade para as vacinas, doença celíaca, houve a melhora do refluxo com resultado da segunda biópsia satisfatória sem o fantasma da esofagite eosinofilica , mais com toda essa melhora e vendo meu filho ainda com cara de criança doente e depois de um ano de uso do pregomin eu cheguei a conclusão que ele era o causados das diarréias e do baixo ganho de peso que pela gastro tudo se resumia em traços de leite na alimentação pois para ela como não tínhamos o resultado positivo no rast para soja ele nem deveria ser alérgico a soja, ela me fez perder muitas noites de sono tentando descobrir o vilão da dieta do Biel, separei as louças, talheres tudo muito confuso e muito indeciso, mais ainda bem que não concordei com ela e segui meus instintos, todas as introduções que ela tentou do leite de soja não deram certo, eu falava para ela que ele  não estava preparado ele constantemente doente mais ela achava que 1 ano de pregomin eram para ele ter se curado ! ele ganhou apenas 1,5 kilos em um ano, não saia da linha vermelha do baixo peso, colecionamos pneumonias, e tudo isso sendo avaliado por uma medica renomada do Instituto da Criança que teve um filho alérgico também...  mudei tudo até de médica.

Fui radical : Li muito, avaliei muitos casos iguais ao dele e como me disse a pediatra por conta e risco fui atrás do neocate, descobri muita coisa e muitos amigos, consegui uma lata com a ajuda a minha xará Maira que tinha uma amiga com filho em situação parecida e quando o Gabriel estava com 2 anos exatos no dia do seu aniversário ele tomou a primeira vez... e tudo mudou ! Ele teve como eu digo um coco bonito, teve  seu primeiro fezes normal como á de todo mundo... e da aí para frente, paramos de colecionar receitas e exames e idas no pronto socorro, também descobrimos que perdemos o programa do governo que fornece leite especial até a criança completar dois anos e ai passamos de um leite de graça de  r$138,00 para um de R$ 430,00 fizemos uma ação judicial contra o Governo do Estado de SP e ganhamos.

Como quatro meses de neocate, fortalecemos a dieta, lendo embalagens de tudo, até de pasta de dentes, ligava nos sac diariamente, fiz um campanha por minha conta mandei centenas de e-mail para todas as empresas alimentícias que me lembrava solicitando informações de alergenos nas embalagens, pois quase nenhuma existia, e graças á tudo isso conseguimos segurança pra a introdução do ovo e sem reação.  Descobrimos depois que as febres semanais junto com outros sintomas que me tiravam o sono eram por conta de uma gastrenterite crônica causada pelo pregomin um leite hipoalergenico que fazia alergia.

Tentamos outras vezes a introdução do leite, sem sucesso, a cada nova tentativa mais uma frustração... botávamos todas as nossas esperanças e nada havia mudado 3, 4 gotas de leite ele já começava com as febres e muitas vezes progredia para uma pneumonia, mesmo com os médicos alegando que alergia não faz febre ele fazia, todas as vezes que consumia até traços de leite, ou soja.

Tudo foi ficando restrito as saídas de  casas cada vez diminuíam pois, ficava cada vez mais difícil pois ele já maior entendia tudo e já tinha vontades, confesso chorei em muitas festas onde todos se divertiam pois eu estava ali para zelar pela saúde do meu filho, deixei de ir em muitas viagens principalmente quando tinham muitas crianças,  fui restringindo meu filho de muitas coisas, cortar sorvete, chocolate, um danone, TUDO e mesmo assim ele chegou á fazer reação do cheiro do leite, do cheiro de queijo, vomitava chorava dizia que a barriga doía... eu firme na dieta,  firme nos propósitos que a nova gastro pregava: “ se não conseguir dessensibilizar o organismo do seu filho ele nunca mais vai poder comer“... e Graças aos amigos virtuais, minha amiga Maira que tanto me ouviu e me ajudou quando me batia o desespero que tudo parecia um pesadelo, amigos do orkut, comunidades, enfim fui me mantendo firme e vendo que existiam outras crianças em situação muito pior,  quando criei  esse blog foi ao propósito de ajudar muitas pessoas que passavam pela mesma situação que nós, sofrendo atrás de receitas que dessem certo de produtos confiáveis, tentei ser imparcial para assim ajudar mais, pouco falei da minha vida e dos meus problemas no blog queria dividir as coisas boas, as receitas, as descobertas! 

Gabriel teve aumento considerável dos gânglios linfáticos dias apos consumir uma margarina que continha leite, para os médicos pura coincidência para mim era da alergia afinal sistema linfático é responsável pela defesa do nosso organismo, foi investigado de perto muitos exames, todos que poderiam aumentar os gânglios, ultra sons até chegar a biópsia, pois ele não tinham nenhum sintoma sequer, nem febre, nem dor, nenhum motivo que levasse tamanho aumento de 4 cm em um dos gânglios, suspeitavam de linfoma e graças a Deus a biópsia veio negativa e seu resultado Hiperplasia linfóide reacional... e nada conclusivo novamente.

Foram exatos três anos de dieta, mesmo no neocate muitas introduções do leite sem sucesso, mesmo tratando possíveis problemas com antibiótico antes da introdução do leite de vaca era mais uma sem sucesso, quantas frustrações  quando ouvíamos continuamos com as muitassss restrições... Fomos á uma psicóloga, pois, ele passou a ter um comportamento agressivo, me devolvia tudo com NÃO exatamente como eu era obrigada há fazer com ele,  temos uma filha mais velha de 6 anos e que sofria com as restrições do irmão, se sentia culpada também foi para psicóloga enfim todos fomos e me ajudou muitoooo dividir isso com uma pessoa que era imparcial que não me via como uma mãe super-protetora e sim uma mãe com tantas duvidas e não podia errar, sempre em busca de soluções, sempre tendo que dizer “NÃOS” para dois filhos, todos se acharam e melhoraram o Gabriel ficou mais compreensivo, passamos a dizer “ hoje você não pode mais um dia vai poder” , para a Cecília mudamos o comer escondido para vamos evitar isso na frente dele ... deixamos de ir há muitas festas, muita coisa se perdeu, mais até mesmos nessas situações encontramos soluções: um dia deixei que na escola dessem um bolo que não tinha leite e aí descobrimos o tamanho da alergia da soja, que não existia no exame de sangue... que lá no começo a gastro achava que nem existia... e  ela se apresentava muito maior que a alergia do leite de vaca ... já estávamos tentando traços de leite nos industrializados e ai tiramos todos os traços de soja e ele aceitou e há exatos 20 dias ele está consumindo tudo que contem leite sem reação...

Foi maravilhoso o ver comer seu primeiro danone, seu primeiro chocolate, o tão sonhado queijo, yorgute. enfim  numa festa deixamos que ele comer os brigadeiros e ele com tanta vontade acumulada há anos comeu uns oito e dai pra frente fui a cada dia dando uma coisa nova e como num passe de mágica NADA aconteceu ele ficou exatamente como estava antes... ótimo e assim ficoEstou contando toda essa longa história, e aqui está bem resumida para terem um pouco da noção de tudo que passamos e tudo foi intenso como parece, tudo foi difícil mais nada foi impossível, é muito difícil lidar com a limitação de um filho ela se expande para a família toda, mais se existe amor, apoio e esperança tudo dá certo! Hoje eu me sinto muito mais leve sem os fantasmas que me rodeavam nas épocas das reações, e consigo olhar para trás com outros olhos por isso demorei tanto para escrever algo pessoal nesse Blog queria escrever de uma forma que pudesse ajudar as pessoas, como tudo que escrevi até hoje, porque foi assim que me senti ajudada por muitas outras Mães maravilhosas, motivadoras que mostravam que o caminho é :  Dieta, Amor e Paciência!  

 

 


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 22h38
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24/05/2010

Diagnóstico preciso depende sempre de um bom médico

Quem não é certamente tem alguém na família, algum conhecido que é ALÉRGICO. Asma, rinite, dermatite, intolerância ao glúten, ao leite, alergia alimentar? As alergias são um tormento na vida de milhares de pessoas no mundo todo e um grave problema de saúde pública, problema que merece mais atenção e cuidado. Um dos aspectos que me impressionaram ao fazer a reportagem foi a dificuldade de um bom diagnóstico e de tratamento adequado dessas reações que ainda confundem médicos e pacientes. Ouvir suas histórias deve ajudar quem ainda busca respostas e como são muitas as informações compartilho aqui algumas que complementam o que mostramos no programa.

O diagnóstico preciso de alergia ou intolerância depende sempre de um bom médico, que seja detalhista e esteja disposto a ouvir a história clinica e familiar do pacientes. Os exames também precisam ser bem recomendados e analisados, porque há falsos negativos e falsos positivos nessas história, e isso pode significar tirar alimentos e produtos sem necessidade ou o contrário, continuar o contato com algo que está trazendo problemas. Uma das médicas que entrevistamos disse que é comum exames de sangue apontarem alergia a determinados alimentos sem que o paciente tenha reação ao comer, são casos que necessitam de exames complementares (provocação oral em hospital) pode ser um falso positivo que chega a ocorrer em 50% dos casos. Vale lembrar que só o médico, depois de feito o diagnóstico, deve recomendar a retirada de um alimento. Hoje é comum palpites do tipo: “tire o leite que você melhora, deve ser intolerância ”, isso é um perigo. Veja o caso da intolerância ao glúten (trigo, aveia, cevada, centeio e malte) por exemplo. Para fazer os exames que detectam a chamada doença celíaca, é preciso estar comendo o glúten para não mascarar o resultado obtido depois de exame de sangue e biópsia feita por endoscopia especial até o intestino. Por isso, cuidado com os palpites, prefira uma boa conversa com um médico de confiança antes de tomar qualquer atitude.

Já fiz muitas reportagens sobre o sofrimento provocado pela asma. Principalmente nos meses de inverno, vemos pais e mães perdendo dia de trabalho para levar filhos asmáticos aos hospitais. Os pronto socorros ficam cheios de homens e mulheres em desespero, estão ali em busca de uma inalação, uma injeção, um alívio para o sofrimento que poderia ser evitado com o tratamento preventivo da doença. O repórter José Raimundo mostra o exemplo que a Bahia dá ao fornecer aos asmáticos os remédios capazes de prevenir e atenuar as crises. Ao fornecer bronco-dilatadores e anti-inflamatórios (que são inalatórios fundamentais no tratamento), o governo gasta sim, mas gasta muito menos do que com as internações. Um exemplo a ser seguido.

Também merece ser seguido o exemplo americano de identificação, socorro e rede de apoio para os alérgicos que a repórter Giuliana Morrone descobriu. Lá parece ser mais fácil ser alérgico e de lá podem vir novidades nas quais devemos ficar de olho como a pesquisa das plantas chinesas.

Para finalizar deixo aqui o pedido de vários dos alérgicos e celíacos que entrevistamos: que em todo supermercado haja uma gôndola, uma prateleira um espaço destinados aos produtos de quem tenha qualquer tipo de alergia ou intolerância. Pães e outros produtos sem glúten, massas sem ovos, delícias feitas sem lactose... Fica aqui o desafio. O outro está no programa: quem conseguir fazer o pãozinho do tipo francês, bem crocante mande para cá recita, fotos, passo a passo, os celíacos agradecem.

Abraços,

Graziela Azevedo
Repórter

GLOBO REPORTER FALA SOBRE ALERGIA ALIMENTAR - REPORTAGEM NA ÍNTEGRA ASSISTA TODOS OS VÍDEOS .

http://g1.globo.com/globo-reporter/

NO PROPRIA PAGINA TEM LINK DE RECEITAS EXIBIDAS NO PROGRAMA


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 11h39
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19/05/2010

Blogagem Coletiva


Participem da primeira blogagem coletiva em defesa dos direitos das crianças alérgicas em terem acesso às fórmulas especiais para sua alimentação!
A alergia alimentar é uma reação adversa a alguns alimentos com envolvimento do sistema imunológico e vem crescendo a sua prevalência assustadoramente.
O ideal para prevenir a alergia alimentar é que a mãe amamente em dieta de restrição do alérgeno em questão, amamente exclusivamente até os seis meses e continue amamentando por pelo menos dois anos.

No entanto sabemos que às vezes isso não é possível e a criança necessita se alimentar com fórmulas especiais: são os hidrolisados protéicos e as fórmulas à base de aminoácidos livres. Essas fórmulas possuem alto custo (podem chegar a custar R$ 500,00 uma lata de 400g).

Esse valor elevado é inviável para a maioria das famílias brasileiras e por isso a necessidade de recorrer ao governo.

Infelizmente muitas vezes o direito de acesso às fórmulas não é garantido. De diversas maneiras isso acontece: não se têm acesso às fórmulas por não conseguir ingressar no programa de dispensação, atrasos na distribuição de quem já faz parte do programa, redução no quantitativo total sem avaliar a real necessidade da criança, ente outros.

É um verdadeiro descaso e um desrespeito o que vem acontecendo e nossos gestores estão esquecidos de uma premissa básica na nossa Constituição Federal: Art. 196.

A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

Por isso convocamos todos vocês para participarem dessa blogagem coletiva!

No dia 05 de junho de 2010 publique um texto, uma foto, uma música a respeito da alergia alimentar e denuncie o descaso do poder público em relação a quem precisa das fórmulas de alto custo para alimentar seu filho. Espalhe essa idéia no orkut, blog, twitter, facebook, tumblr, feedly, fotolog.....

Pelos nossos direitos!

Bianca Gouveia
Presidente da ABAPAA


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 17h50
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04/05/2010

Vamos ajudar o Theo

 

Há alguns meses atrás pedi ajuda aqui no blog para mais um bebê e sua família em busca do leite neocate, já vinham numa luta por um diagnóstico para o problema de saúde do Théo a principio parecia muito com alergia alimentar, pois quando ele deixou de mamar no peito começou a perder peso, e não tinha apetite, vomitos e esse conjunto de sintomas fizeram parte um primeiro possível diagnostico da alergia alimentar, fez dieta mesmo muito abaixo do peso, tomou neocate, carne de rã ... mais nem com medicação nem dieta o Theo melhorava e foram muitos exames, erros inatos do metabolismo foi investigado, muitos dias internados acampanhei tudo dia a dia, até que um dia apareceu a hidrocefalia e o diagnostico de tumor no cérebro, fiquei arrasada como seria melhor a alergia alimentar que a propria mãe auxilia na cura, fazendo a dieta rigorosa e cuidando... foi encaminhado para cirurgia, á princípio um sucesso mais depois vieram as complicações e não se pôde fazer mais nada ele se foi, o Théo foi um guerreiro e lutou até o fim.

Aline minha querida sem dúvidas o céu está em festa e ele está lá, brincando, rindo, sem dor, sem sofrimento!

     

Theo meu coração está contigo, quanto alegria nesse olhar... Sua passagem foi tão curta, mais de uma intensidade que muitas vezes uma vida toda não consegue proporcionar.Que pais maravilhosos que Deus te deu, tenho a certeza que um dia estarão todos juntos novamente sem dor, sem tristeza, depois de tantas demostrações de fé eu não dúvidas que você hoje você está tranquilo e amparado lá no outro plano.

Seu blog diz tudo vivo e sinto!

http://vivoesinto.blogspot.com

 


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 14h14
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18/04/2010

Denise explica alergia e fala tudo sobre leites

Nutricionista Denise Madi Carreiro em entrevista para o Alternativa Saúde. 

Programa gnt - Alternativa Saúde

http://www.youtube.com/watch?v=xt6iqF2O4Lc

Doenças Infantis - alergias alimentares

http://www.youtube.com/watch?v=WCQNH6Tx5c8

 

 


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 23h02
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17/04/2010

THE JOURNAL OF PEDIATRICS

Alergia a proteínas do leite de vaca altamente hidrolisadas em lactentes:

Identificação e tratamento com uma fórmula à base de aminoácidos

 

 Relatamos 13 casos de lactentes alérgicos a fórmulas à base de proteína altamente hidrolisada, que apresentavam sintomas digestivos crônicos. A alimentação com uma fórmula à base de aminoácidos diminuiu os sintomas e melhorou o ganho de peso. Uma provocação com a fórmula à base de proteína altamente hidrolisada produziu resultados positivos em todos os lactentes. A alergia a fórmulas à base de proteína altamente hidrolisada deve ser considerada em pacientes que são alérgicos ao leite de vaca e têm sintomas persistentes em uso de uma dieta com fórmula à base de proteína altamente hidrolisada. (J Pediatr 1997; 131: 744-7).

A alergia a fórmulas à base de proteína altamente hidrolisada(hidrolisado protéico) foi relatada em crianças com reações imediatas de hipersensibilidade sugestivas de alergia, tais como o choque anafilático 

Além dessas reações, sintomas de evolução lenta vinculados a hidrolisados protéicos foram relatados em crianças com alergias alimentares múltiplas.

ou diarréia com sangue.

 

Formulamos a hipótese de que a alergia aos hidrolisados protéicos pode não ser incomum em associação à alergia à proteína do leite de vaca, mesmo na ausência de reações severas imediatas ou alergias alimentares múltiplas. Para identificar a alergia ao hidrolisado protéico, prescrevemos uma fórmula infantil nutricionalmente completa à base de aminoácidos (Neocate) para crianças com suspeita de alergia à proteína do leite de vaca cujos sintomas persistiam com uma dieta à base de hidrolisado protéico. Entre 16 lactentes, detectamos alergia ao hidrolisado protéico em 13. A fórmula à base de aminoácidos comprovou ser eficaz na diminuição dos sintomas e melhorou o ganho de peso nesses lactentes.

 

matéria completa com gráficos e testes ... vale a pena conferir

http://www.supportnet.com.br/artigos/pdf/leite_vaca.pdf


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 21h03
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20/03/2010

Leites e cremes Organicos opções para Alérgicos

 

Leite de arroz

Duas empresas italianas são destaque por produzirem alimentos orgânicos e sem lactose. A Isola Bio produz bebidas vegetais orgânicas. A La Finestra sul Cielo, em português “uma janela para o céu”, produz alimentos orgânicos totalmente sem leite ou derivados, sem gordura hidrogenada e sem açúcar(nem mesmo adoçantes artificiais). Ela utiliza o malte extraído de diferentes grãos e sucos de frutas orgânicas concentradas para substituir o açucar nos alimentos. Além de serem perfeitos para pessoas com diabetes e intolerância à lactose, muitos desses produtos são isentos de glúten e soja.

“LEITES” VEGETAIS

bebida de arroz

Bastante difundido em outros países, as bebidas elaboradas à base de arroz, amêndoas, aveia, soja, entre outros alimentos de origem vegetal, são também chamadas de “leite”, por sua semelhança com o leite de origem animal. Aqui no Brasil, o “leite de soja” é sem dúvidas o mais conhecido da categoria. Como muitas pessoas consomem este tipo de bebida em substituição ao leite animal, algumas empresas optaram por adicionar cálcio a este tipo de bebida e desta forma torná-la um alimento mais nutritivo e um substituto ao leite de origem animal.

A La Finestra sul Cielo produz as bebidas de arroz enriquecida com cálcio, arroz com avelã, arroz com amêndoas, arroz sabor capuccino com cálcio, bebida de aveia,  bebida de Kamut (um tipo de trigo) e de soja orgânica enriquecida com cálcio.

  

O Crema di Riso, ou creme de arroz em português, é uma excelente alternativa ao creme de leite e também ao creme de soja, já que algumas pessoas com intolerância à lactose também sofrem com alergia à soja.Fabricado pela italiana Isola Bio, conhecida por seus produtos orgânicos e de origem 100% vegetal, o Crema di Riso é leve, cremoso e pode ser usado em receitas doces ou salgadas. As vantagens não param por aí. O Crema di Riso contém apenas 15% de gorduras, não contém glutén, lactose, soja ou proteínas do leite Você pode usar o creme de arroz para fazer strogonoff, molhos cremosos para massas e filés, sobremesas como mousses ou simplesmente com frutas frescas ou em calda.

Ingredientes: água, arroz integral italiano*, óleo de sementes de girassol*, farinha de sementes de alfarroba*, sal marinho.

*ingredientes de cultura orgânica certificada

 

 

Existe também no mercado os leites organicos de arroz, aveia, trigo ... importados

Bebida altamente digestiva, suave e refrescante. É fonte de vitamina B1 e niacina.

Bebida vegetal de arroz orgânico. SEM GLÚTEN. Certificado por AMBICERT

 

Bebida vegetal de aveia orgânica. SEM GLÚTEN. Certificado por AMBICERT

Além de saborosas, as bebidas de aveia facilitam o trânsito intestinal, diminuem o colesterol e promovem a saúde da pele e dos cabelos.

Bebida vegetal de arroz italiano orgânico com chocolate de cacau orgânico. SEM GLÚTEN. Certificado por ICEA.Composição: água, arroz italiano (17%), óleo de girassol extraído a frio, cacau (1%), suco de agave (1%), cálcio vegetal de alga marinha ( lithothamnium Calcareum) e sal marinho.

Bebida vegetal de kamut (trigo egípcio) orgânico. SEM GLÚTEN. Certificado por AMBICERT.

O Kamut é conhecido como «trigo puro». Originário do Egito, contém até 40% mais proteínas, aminoácidos, vitaminas e minerais que os trigo convencionais. É abundante em fibras, selênio e bate-caroteno.

 

Esses produtos vocês enconrtam na loja : http://www.verdecapim.com.br/loja/ 

 

Bebida Orgânica de Arroz com Baunilha ISOLA BIO 1 Litro

Compramos a IsolaBio de Arroz com Côco deliciosa , a vanagem do leite pronto que pode adicionado a receitas, tortas, massas, sobremesas, mingaus, vitaminas de fruta e muito mais coisa que os leites medicamentosos não podem oferecer pois não podem ser fervidos, e quando adicionado a frutas ficam escuros com aspecto estranho.

confirma eles também  te esse crema de riso e sobremesas . acesse o site sim alimentos

Sim Alimentos
Rua Alice Macuco Alves, 81
Alto de Pinheiros – São Paulo,SP

Venda Online: www.simalimentos.com.br

Para maiores informações sobre os produtos e onde encontrá-los em outros estados, entre em contato com a Sim Alimentos através do site acima. 

 


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 12h27
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18/03/2010

LOJA VIRTUAL MARAVILHOSA

Gente eu e minha amiga Maira que também tem filha alergica as proteinas do leite achamos uma loja virtual maravilhosa tem uma infinidade de produtos dividos por categorias, sem gluten, sem lactose, diet, naturais, organicos, sem glutem .. .enfim falei com Luiz reponsável e ele me garantiu que os doces da marca sabor da roça não tem traços de leite ele conhece a fabrica eles fazem apenas os produtos : cocadas, paçocas e pé de moleque então esses podemos comprar e as barras de cereais da marca Bio Brasil também pois produzem apenas esse item sem perigo de contaminação de leite. 

Ovos de páscoa de alfarroba ( Alfarroba é uma vagem que substitui o cacau) . Alérgicos, intolerantes a lactose, e glúten podem consumir com banana ele garante ser mais saboroso, uma boa opção para alergicos a proteina do leite mais não alergicos a soja, pois possuem extrato de soja na compisção... tem bombons, banana passa coberta com alfarroba uma boa variedade seguro para alergicos á proteína do leite.

 

Acesse as categorias pelos links abaixo

               

* conforme for descobrindo vou disponibilizando

 


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 14h39
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14/03/2010

Alimentos Transgênicos e os Alergicos

Transgênicos e os Alergicos

Os transgênicos que contém genes que conferem resistência a antibióticos provocam a transferência desta característica para bactérias existentes no organismo humano , tornando-as uma ameaça à saúde pública. Cobaias alimentadas com transgênicos têm apresentado alterações em seu sistema imunológico e em vários órgãos vitais (nos rins, por exemplo). Alergias alimentares podem aparecer como decorrência da introdução de genes estranhos nos alimentos que passam a apresentar proteínas desconhecidas, enquanto substâncias tóxicas existentes em quantidades inofensivas nos alimentos podem têm sua ação potencializada . Outras substâncias benéficas, inclusive que protegem contra o câncer, podem ser diminuídas . Segundo o biólogo Waldesse Rosa, 90% dos que consomem milho trans desenvolvem alergias da pele (principalmente em crianças – dado do Greenpeace).
Fonte:
http://www.esplar.org.br/projetos/oque.htm

Monsanto esta contaminanco o mundo artigo: " muitos fazendeiros canadenses processados pela multinacional Monsanto, por ter tido sua lavoura contaminada por genes transgênicos, polinizados de cultivos vizinhos" ...
http://www.agirazul.com.br/fsm4/_fsm/00000064.htm

leiam a matéria completa do greenpeace sobre a monsanto que detem 90% do total de sementes modificados no mundo todo ...
 

disponível " A Aliança de Proteção da Biodiversidade acusou o Programa Mundial de Alimentos (PMA) de distribuir em comunidades da Nicarágua alimentos transgênicos que afetaram gravemente a saúde de 500 crianças da região de Jinotega e Siuna.
Segundo Evaristo Luna, representante do governo de Siuna, ao menos 120 crianças da região que consomem alimentos doados pelo PMA foram atendidos em centros de saúde apresentando os mesmos sintomas: diarréia, vômito, enjôo, mal-estar gerais na pele. ..."
http://www.midiaindependente.org/eo/green/2006/10/361903.shtml?comment=on

" Estas e outras descobertas avassaladoras são resultado de cinco anos de pesquisa, 500 mil páginas de documentos analisados e dezenas de viagens ao redor do mundo feitas pela jornalista e documentarista francesa Marie-Monique Robin, que mostra neste documentário segredos arrepiantes sobre uma das mais influentes empresas do planeta, segundo a revista Business Week.
Em entrevista à revista Época, Marie conta que, "após a liberação da venda dos transgênicos, a Monsanto começou a comprar todas as produtoras de sementes do mundo. Hoje, ela é a maior produtora de sementes do planeta. O resultado é que se um fazendeiro quiser mudar sua produção de transgênicos, e voltar ao tradicional, daqui a alguns anos, provavelmente ele não vai conseguir mais, pois só vão existir sementes transgênicas, e da Monsanto. Essa já é uma realidade com a soja dos Estados Unidos, e o trigo, na Índia. Nos EUA existem processos contra a Monsanto por monopólio, algo similar ao que aconteceu com a empresa de tecnologia Microsoft".

http://www.plantandoconsciencia.org/mons.htm

 

NIVEL ALERGENOS DA SOJA MODIFICADA TEM 27% MAIOR

"O enorme aumento das alergias alimentares infantis nos Estados Unidos é frequentemente noticiado(1), mas a maior parte dos relatórios é omissa quanto a uma mudança radical recente da dieta americana. Desde 1996, genes de vírus, bactérias e outras células têm vindo a ser introduzidos artificialmente no DNA da soja, milho, algodão e colza. Estes alimentos geneticamente modificados (GM), muitas vezes não rotulados, apresentam o risco de desencadear reacções alérgicas mortais e as provas recolhidas na última década sugerem que alguns deles estão a contribuir para o aumento das alergias."

"Os níveis de um alergene conhecido da soja, o inibidor da tripsina, apresentam níveis aumentados até 27% na soja crua GM quando comparada com soja convencional (não GM). Além disso, embora cozinhar a soja normalmente reduza os níveis desta proteína, na variedade GM ela parece ser mais resistente ao calor: os níveis do inibidor da tripsina são quase tão altos na soja GM cozida como na soja GM crua. A soja convencional cozinhada apresenta sete vezes menos inibidor do que a soja GM cozinhada.(8) Tais dados sugerem que este alergene provoca mais reacções quando se consome soja GM do que em variedades naturais."

http://www.stopogm.net/node/223

 

A SOJA GM PODERÁ IMPEDIR A DIGESTÃO E CONDUZIR A ALERGIAS

"Quanto mais tempo as proteínas sobrevivem no tracto intestinal, mais oportunidade têm de provocar reacções alérgicas. Ratos alimentados com soja GM evidenciaram níveis drasticamente reduzidos de enzimas pancreáticas. Se as enzimas que digerem as proteínas estiverem em menor quantidade, as proteínas dos alimentos sobrevivem durante mais tempo no intestino e isso pode conduzir a uma reacção alérgica que de outro modo não teria lugar. Ou seja, uma redução na taxa geral de digestão proteica devida ao consumo da soja GM pode conduzir a reacções alérgicas a um vasto leque de proteínas, e não apenas às da soja. Não existem estudos sobre a variação da digestão humana de proteínas em função da soja GM."
"Há pelo menos uma proteína na soja natural que reage com anticorpos induzidos por alergias ao amendoim.(10) Isto significa que, para algumas pessoas que são alérgicas ao amendoim, consumir soja pode desencadear uma reacção alérgica. Sendo certamente possível que efeitos secundários inesperados da soja GM possam aumentar a incidência desta reactividade cruzada, aparentemente não foram levados a cabo quaisquer estudos para investigar tal hipótese. Nos Estados Unidos a soja GM foi introduzida nos finais de 1996. Entre 1997 e 2002 as alergias ao amendoim duplicaram. Haverá aqui uma relação causa-efeito? "

http://www.stopogm.net/node/223

TEM MUITAS REFERENCIAS NO FINAL DA PAGINA
 

ESTUDO ATUALIZADO DAS ALERGIAS ALIMENTARES

Alergia alimentar:
sistema imunológico e principais alimentos envolvidos

" É difícil classificar todos os tipos de reações imunológicas, relacionadas a prováveis alimentos. O único mecanismo claramente identificado implica as reações de hipersensibilidade imediata mediadas por anticorpos IgE com ativação de mastócitos (MARTÌN ESTEBAN; POLANCO ALLUÈ, 2001). A produção de Imunoglobulina E (IgE) para um alimento específico geralmente ocorre em minutos após a ingestão do alimento(MARTINS, 2006).
Não se sabe perfeitamente por que algumas substâncias são alergênicas e outras não, nem por que nem todos os indivíduos desenvolvem uma reação alérgica após exporem-se aos alérgenos (AAAAI, 2007). A predisposição genética, a potência antigênica de alguns alimentos e alterações a nível do intestino parecem ter importante papel. Estudos indicam que de 50 a 70% dos pacientes com Alergia Alimentar possuem história familiar de alergia. Caso o pai e a mãe apresentam alergia, a probabilidade de terem filhos alérgicos é de 75% "

http://www.uel.br/proppg/portal/pages/arquivos/pesquisa/semina/pdf/semina_29_2_20_34.pdf
 

PRODUTOS VENDIDOS NO BRASIL SOJA TRANSGENICA

Transgênicos à venda

Testes feitos em laboratórios europeus detectaram a presença de transgênicos em 11 lotes de produtos vendidos no Brasil, a maioria deles contendo a soja geneticamente modificada Roudup Ready, da Monsanto ou com o milho transgênico Bt, da Novartis.

- Nestogeno, da Nestle do Brasil, fórmula infantil a base de leite e soja para lactentes contendo soja RR;

- Pringles Original, da Procter & Gamble, batata frita contendo milho Bt 176 da Novartis;

- Salsicha Swift, da Swift Armour, salsichas do tipo Viena contendo soja RR;

- Sopa Knorr, da Refinações de Milho Brasil, mistura para sopa sabor creme de milho verde contendo soja RR;

- Cup Noodles, da Nissin Ajinomoto, macarrão instantâneo sabor galinha contendo soja RR;

- Cereal Shake Diet, da Olvebra Industrial, alimento para dietas contendo soja RR;

- Bac’Os da Gourmand Alimentos (2 lotes diferentes), chips sabor bacon contendo soja RR;

- ProSobee, da Bristol-Myers, formula nao lactea a base de proteína de soja contendo soja RR;

- Soy Milk, da Ovebra Industrial, alimento a base de soja contendo soja RR;

- Supra Soy, da Jospar, alimento a base de soro de leite e proteina isolada de soja contendo soja RR
.

http://www.emporiovillaborghese.com.br/curiosidades/026_transgenico.htm

Escrito por Maira mãe do Gabriel às 22h38
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18/02/2010

Bebê pode ingerir ovo e outros alimentos alergênicos, dizem médicos

O conceito de atrasar a introdução de alguns alimentos na dieta do bebê para prevenir alergias pode cair por terra. Novas pesquisas vêm demonstrando que, ao contrário do que se acreditava, quanto mais tarde o contato com alimentos potencialmente alérgenos, como o ovo, maior a chance de sensibilização da criança.

O assunto, considerado ainda polêmico pelos especialistas, foi tema de debate no último congresso mundial de alergia, que aconteceu no mês passado, em Buenos Aires.

A ideia foi reforçada com a publicação, neste mês, de uma pesquisa no periódico científico "Pediatrics". O estudo tinha como objetivo examinar a relação entre idade de introdução de alimentos sólidos durante o primeiro ano de vida do bebê e sensibilidade alérgica aos cinco anos de idade.

Cientistas finlandeses de várias universidades, incluindo a de Helsinki, acompanharam durante cinco anos 994 crianças. Após avaliar dados como duração do aleitamento materno, níveis de IgE (o principal anticorpo envolvido nas reações alérgicas) e idade com que essas crianças começaram a comer batatas, aveia, centeio, trigo, carne, peixe e ovos, eles concluíram que a introdução tardia desses alimentos esteve mais relacionada ao risco de sensibilidade alérgica. Ovos, aveia e trigo foram os itens mais relacionados às reações.

Os pesquisadores acreditam que haveria uma espécie de momento ideal para a introdução desses alimentos na dieta de crianças pequenas com tendência hereditária, isto é, de famílias alérgicas, com parentes de primeiro grau, como pai, mãe ou irmãos, alérgicos.

   

Janela imunológica

"Ao que parece, haveria uma janela imunológica que seria o momento ideal para induzir a tolerância aos alimentos", explica a alergista Márcia Mallozi, professora doutora da Universidade Federal de São Paulo.

Isso porque, ao nascer, o sistema imunológico do bebê é extremamente imaturo. Como a alergia é uma resposta exagerada do sistema imune a corpos estranhos, à medida que amadurece ele responderia com mais força a agentes potencialmente causadores de alergias. Se o alimento for introduzido mais tarde, o sistema estaria mais preparado para responder com mais força.

"Hoje já não recomendamos atrasar a introdução de alimentos", diz Ana Paula Moschione, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia - Regional São Paulo e médica-assistente da unidade de alergia e imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, em São Paulo. "Mas também não recomendamos adiantar nada", enfatiza ela. A sociedade americana de pediatria já faz essa recomendação.

Novas recomendações

A partir da mudança da sociedade americana, a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) também fez algumas modificações nas suas recomendações. "Agora, ovos e peixes podem ser introduzidos a partir do sexto mês", diz Roseli Sarni, presidente de departamento de nutrologia da SBP. Antes, ovos eram liberados depois do nono mês e peixes, somente após o primeiro aniversário.

"Manter o aleitamento materno enquanto se introduzem esses alimentos teria um efeito protetor", acrescenta Sarni. A sociedade recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade.

"São especulações interessantes que podem mudar conceitos usados atualmente, mas ainda não há nada conclusivo", acredita Mallozi.

Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, os alimentos que mais causam reações na primeira infância são leite de vaca, ovos, peixes, frutas cítricas e o tomate. Porém a maioria das crianças desenvolve tolerância às frutas e ao tomate em alguns anos. A alergia a peixes e nozes pode continuar até a idade adulta.

Nos adultos, crustáceos, queijos, vinhos, cerveja e temperos são itens que costumam produzir sensibilidade.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u677398.shtml


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 14h09
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10/02/2010

APAE desenvolve alimentos para pessoas com deficiências

Pensando na qualidade de vida dos pacientes com deficiências intelectuais, intolerância a lactose, hepatopatias e doença renal crônica, a APAE criou a Cozinha Especial.
Com 110 receitas, como biscoitos, pães e chocolates, os alimentos são feitos com baixo teor de proteínas, ideais para quem sofre com esses tipos de doenças.

Os produtos são vendidos para cidades dos estados de São Paulo, Goiás, Paraná, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
Vendas: (11) 5080.7070 - Empório APAE.
As encomendas devem ser feitas com 15 dias de antecedência para São Paulo e outros estados. O transporte, que é feito através da Varig Log, entrega porta a porta, com frete pago no ato da compra dos produtos.

Escrito por Maira mãe do Gabriel às 09h03
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Projeto beneficia crianças com alergia à proteína do leite de vaca

 

 Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo oferece um tratamento gratuito para pacientes com alergia ao leite de vaca (ALV).

Para obter as fórmulas infantis especias, a criança deve passar por uma avaliação médica. Após a confirmação do diagnóstico, o especialista preenche uma ficha de avaliação e um relatório justificando a necessidade da fórmula. O próximo passo é a mãe, ou o responsável, juntar as declarações fornecidas pelo médico, a xerox dos exames, certidão de nascimento, comprovante de residência, CPF e RG dos pais e do cartão Nacional de Saúde (Cartão SUS) do paciente. A documentação será avaliada para que a criança possa receber a quantidade correta da fórmula.
"O processo é bem rápido, demorei cerca de 1 hora para sair de lá com a quantidade necessária de fórmula para um mês", comenta Carla Cristina Carvalhal Gomes.

Lista de Documentos para Solicitação da Fórmula Infantil Especial

Documentos para a primeira solicitação da fórmula especial:

- Ficha de avaliação para fornecimento de Fórmulas
- Infantis Especiais preenchida pelo médico;
- Relatório Médico justificando necessidade de Fórmulas Infantis Especiais;
- Xerox dos exames do paciente (se houver);
- Receita médica em duas vias, carimbada e assinada;
- Xerox da certidão de nascimento do paciente;
- Xerox do comprovante de residência;
- Xerox do CPF e do RG dos pais;
- Xerox do Cartão Nacional de Saúde (Cartão SUS – Sistema único de Saúde) do paciente.

Documentos para retirar as fórmulas infantis:

- Documento de identidade do responsável, acima de 18 anos;
- Não é necessária a receita médica.

Informações: UNIFESP - Rua Jequitinhonha, 360, Belenzinho –SP
Tel.: (11) 3583.1900
Horário de funcionamento: das 7h às 17h


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 09h02
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Leite sem vaca

Rara, a alergia ao leite de vaca afeta 5% dos bebês e passa com o tempo. Já a intolerância à lactose, o açúcar do leite, atinge até 10% das crianças e é para a vida toda. A boa notícia é que produtos à base de soja estão ganhando espaço nas prateleiras: do achocolatado de caixinha ao pão de queijo, dá para manter o gostinho de infância sem trauma
 

Júlia Mourão de Campos tinha pouco mais de dois meses e muita dificuldade para ganhar peso. Foi por isso que sua mãe, Gabriela Barreto Mourão de Campos, aceitou a orientação do pediatra e decidiu complementar a mamada do peito com leite em pó. Bastaram umas gotinhas respingadas sobre a boca da bebê para que o pânico se instalasse. Primeiro, Júlia parecia ter engasgado, apesar de não ter mamado; em seguida, ficou agitada e parecia sentir dificuldade para respirar. Em segundos ganhou uma cor escura. Assustada, a família correu com a menina para o PS infantil, onde o plantonista detectou o problema.


Júlia havia sofrido um choque anafilático, desencadeado por uma crise de alergia ao leite, que ataca cerca de 5% dos bebês. Um estudo feito por três instituições de pediatria, entre elas o Instituto da Criança do HC de São Paulo, mostra que a alergia ao leite atinge entre 3% e 5% dos brasileiros. A alergia é uma reação imunológica do organismo, que ataca as moléculas do alimento como invasoras. O alérgico não pode ter nenhum contato com a substância: um molho de macarrão com manteiga pode levar até a um choque anafilático, que poderia ter sido mortal no caso de Júlia, não fosse o socorro rápido.


Depois do susto, uma boa notícia: embora perigosa, ela some com o tempo. Cerca de 95% dos casos se resolvem até os 4 anos de idade. “Depende muito de cada criança, claro. Por volta dos 2 anos é de se esperar que o quadro esteja completamente revertido”, diz Ary Lopes Cardoso, pediatra e nutrólogo infantil, coordenador do Grupo de Nutrição do Instituto da Criança.


Gabriela teve de encontrar alternativas para a alimentação de Júlia. “Até os 6 meses, ela tomou fórmulas que trazem tudo que o bebê precisa. Depois, me tornei uma especialista em soja. Leite de soja, brigadeiro de soja, iogurte de soja. Felizmente, hoje os fabricantes facilitam nossa vida”, diz ela. É verdade: acompanhando a preocupação dos consumidores em ter uma alimentação mais saudável, a indústria vem investindo em produtos à base de soja: ovo de Páscoa, pão de queijo, creme de leite e macarrão estão entre os mais novos lançamentos.


Sem sinal de leite

A tradicional fabricante Panco tem uma linha de pães que vêm com a marca “sem lactose” na embalagem. Ela pode ser consumida, sem sustos, inclusive por alérgicos, pois o produto é feito em máquinas separadas, sem nenhum contato com leite.

A investigação sobre a alergia de Júlia levou a mais um diagnóstico: um câncer de estômago de Gabriela. “Meu leite tinha deficiência de vitamina B12, causada pelo câncer. Foram momentos difíceis, mas agora ficou tudo bem”, diz ela.

O dr. Ary explica ainda que a alergia está relacionada a uma intolerância à proteína do leite. “A alergia pode se apresentar na pele, quando o bebê ganha uma espécie de grosseiro; no aparelho gastrointestinal, quando ele apresenta cólicas fortes e é acometido de diarréias seguidas; ou no trato pulmonar, que pode acarretar o choque anafilático, como o de Júlia”.

Os bebês que têm alergia à proteína do leite devem ser alimentados com fórmulas hipoalergênicas até completarem 6 meses de idade. Há produtos no mercado, hoje, para esses casos. Depois dessa idade, fica mais fácil para a mãe encontrar substituições para leite e derivados. O pediatra diz que bebês que sofrem com a alergia devem adotar produtos hidrolisados por cerca de dois a três meses e, então, passar por novo teste de alergia. “Os pós hidrolisados fazem pelo bebê aquilo que seu sistema digestivo não consegue: quebrar a proteína do leite e torná-la digerível. Aos poucos, essa capacidade é retomada pela criança.”

Mais cálcio na fórmula
O leite é uma fonte fundamental de cálcio para o ser humano, e a substituição do leite de vaca pelo de soja era uma grande preocupação para as mães, que não tinham outra fonte do mineral à disposição.

Isso porque nem todo alimento à base de soja tem a quantidade adequada de cálcio para suprir as necessidades da criança. É preciso que ele seja acrescentado pelo fabricante. Uma criança precisa de 800 mg de cálcio por dia. Um copo de leite de vaca tem 290 mg. Outras fontes de cálcio são os peixes e vegetais verdeescuros – couve e brócolis, por exemplo.

“Adicionamos mais cálcio aos lácteos de soja do que existe em produtos com leite de vaca. Isso porque a soja precisava de concentrações maiores para surtir o mesmo efeito do leite de vaca”, explica Regina Boscittini, gerente-executiva de mídia da Batavo, mãe dos gêmeos Ana Beatriz e Antonio.

Mesmo assim, os especialistas e os próprios fabricantes reforçam a importância de evitar os alimentos à base de soja antes dos 6 meses de idade. “Não é que faça mal, mas eles ainda não oferecem ao bebê tudo o que ele precisa”, reforça o médico. O lance é conversar com o pediatra sempre.

A soja também é uma aliada nos casos de crianças que sofrem com um outro problema relativo ao leite de vaca, a intolerância à lactose, que, diferentemente da alergia, não some. Por isso, terão de evitar leite e derivados para sempre. Clara, 3, por exemplo, deu um certo trabalho para os pais. “Ela não dormia. Simplesmente passava as noites acordada e, você pode imaginar, chorando muito. Não havia o que a acalmasse. Ela não queria mamadeira, não queria colo... Todos achavam que a menina era um bebê do tipo irritado. Mas não. Eu me lembrei de um primo que tinha intolerância à lactose e sentia muita dor quando era obrigado a digerir leite. Quando descobri, mudei sua alimentação e ela sossegou durante a noite”, conta Sylvia Dale, mãe de Clara e Luiza.
Rara, a alergia ao leite de vaca afeta 5% dos bebês e passa com o tempo. Já a intolerância à lactose, o açúcar do leite, atinge até 10% das crianças e é para a vida toda. A boa notícia é que produtos à base de soja estão ganhando espaço nas prateleiras: do achocolatado de caixinha ao pão de queijo, dá para manter o gostinho de infância sem trauma


Intolerância natural
Embora pareça comum, a intolerância à lactose em bebês é mais rara e pode ser muito séria. O problema está relacionado à baixa concentração da enzima lactase no estômago. Essa enzima é responsável por quebrar as moléculas de açúcar permitir a digestão do leite. Entre 60% e 70% dos brasileiros adultos têm, em algum grau, intolerância a esse açúcar. “O ser humano foi programado para digerir lactose até os primeiros anos de vida. Depois disso, tem condição de se alimentar com outras fontes que não o leite; por isso, a produção de lactase diminui”, explica Mauro Batista Soares, professor associado livre-docente de Gastroenterologia Pediátrica da Unifesp.

Já a intolerância em bebês é mais séria. “Entre 5% e 10% dos recém-nascidos têm problemas com a lactose e precisam de cuidados médicos”, diz o dr. Mauro. A alimentação para bebês intolerantes também deve ser à base de fórmulas até os 6 meses. Os preparados diversos vêm com o açúcar lactose já quebrado, o que permite a digestão.

“Há produtos com menor teor ou livres de lactose que podem ser usados pela mãe. É preciso cuidado, porque muitas crianças podem desenvolver alergia ou intolerância à soja. Até os seis meses, os alimentos à base de soja devem ser evitados”, explica Soares. "Em casos nos quais não possam ser usados leite de vaca ou a bebida de soja (acompanhado por médico e nutricionista), existem alternativas, como mamadeira de frango, cereiais, arroz etc”, diz Nathália Califre, nutricionista da VP Consultoria Nutricional, filha de Tânia e Alberto.

João Pedro foi amamentado até os seis meses. Dois ou três meses depois de ter sido desmamado, entrou em contato com outros produtos à base de leite de vaca e passou a apresentar sintomas preocupantes. “Ele ficava vermelho, todo inchado. Eu não sabia o que fazer. O pediatra alertou para a possibilidade de ele sofrer com intolerância à lactose. Nos dois anos seguintes, João Pedro foi movido a produtos de soja”, conta a mãe, Regina Núbia de Oliveira.

Mala da soja
Ela lembra que, quando João tinha crises, apresentava dificuldades para respirar. “Feito o diagnóstico, a parte mais complicada foi adaptar o dia-a-dia do João ao das outras crianças. Aí virei a mala da soja! Mas o resultado é que hoje o próprio João Pedro acabou se acostumando e ele mesmo pergunta se o alimento que lhe oferecem tem apenas soja”, diverte-se Regina. Mais uma vez, é aquilo mesmo: a gente acaba sofrendo mais do que eles. E sem precisar.

Uma das dificuldades para as mães que precisam se acostumar a viver num mundo sem lactose é lidar com a ignorância alheia. Tem gente que não tem a menor idéia de que a coisa é séria. E aí, fica com dó da criança como se os pais é que fossem exagerados, já viu esse filme? O jeito é não se irritar – muito – e usar a criatividade.

“Até reciclar as embalagens de Toddynho eu reciclei. Tudo para ele não se sentir isolado. Eu lavava bem a embalagem de Toddynho tradicional e substituía pelo de soja, que ele toma e adora”, resume Regina. É bom lembrar que esse truque não deve ser usado com alérgicos ao leite, pois qualquer restinho na embalagem lavada pode desencadear uma reação séria.

Opções na prateleira
Segundo o gastroenterologista José Vicente Noronha Spolidoro, não há evidências de aumento nos casos de intolerância à lactose nos últimos anos. “Talvez haja algum crescimento nos diagnósticos de alergia à proteína do leite, porque cada vez menos crianças têm sido alimentadas exclusivamente com leite materno até os 6 meses e estejam experimentando leite de vaca mais cedo.”

O mercado de soja é um dos que mais crescem, hoje, na indústria brasileira de alimentos. Segundo a Nestlé, que lançou a linha Sollys, o segmento aumentou 215% só nos últimos quatro anos. O movimento tem mais a ver com a preocupação crescente em ter uma alimentação saudável, já que a soja acrescenta proteínas, fibras e nutrientes aos pratos, sendo benéfica mesmo para quem não tem intolerância.

A Shefa, da marca Leite Longa Vida, aposta em seus achocolatados, sucos e alimentos de soja. O diretor de marketing, Pedro Ribeiro, vê uma mudança de postura: “Hoje as mães se questionam: ´Por que dar apenas um suco refrescante, quando posso oferecer o mesmo sabor de fruta com os benefícios da soja?’” A Unilever é a líder na produção de bebidas à base de soja, com a marca Ades. Cerca de 70% de todas as bebidas à base de soja comercializadas no Brasil são da empresa. Quanto maior o investimento, melhor pra gente, que tem mais alimentos gostosos à disposição.



LEIA O RÓTULO
Alguns termos que podem indicar presença de leite nem sempre são tão evidentes. Se a criança tem alergia, não pode consumir nada que tenha caseína, caseinato, creme, coalhada, lactoalbumina e nata, ensina a nutricionista Denise Marco. É preciso ficar atento também à expressão “contém traços de leite”.

SOJA PARA OS PEQUENOS
Estudo encomendado pela Unilever ao Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da USP avaliou a adequação da soja como substituto do leite de vaca na alimentação de crianças entre 12 e 48 meses de idade. Durante um ano, essas crianças beberam 750 ml do Ades original (sem sabor de frutas ou chocolate), divididos em três porções diárias. As crianças também tiveram de abandonar a ingestão de leite e derivados e tomar uma suplementação diária com 500 mg de cálcio elementar. O resultado mostrou que a soja pode ser usada como substituto do leite, desde que haja controle e monitoração das necessidades de incrementar a ingestão de cálcio. Durante o estudo, as crianças deixaram de apresentar as reações alérgicas e nenhuma delas desenvolveu sensibilização à soja.

É BOM PRA TODO MUNDO
Mesmo quem não tem problemas com leite deveria comer mais soja porque...
...é fonte de cálcio. Uma xícara de soja cozida tem 132 mg de cálcio contra 47 mg do feijão preto.
...a proteína de soja é a única fonte vegetal que tem os dez aminoácidos necessários para o consumo humano, a partir dos quais constituímos nossos tecidos.
...previne o surgimento de osteoporose (perda óssea, que pode levar a fraturas) na idade adulta.
...um prato de soja por dia diminui o colesterol no sangue, prevenindo problemas cardíacos.
...estudos comprovam que o consumo do grão previne certos tipos de câncer.
...por ter alto teor de fibras e regular os níveis de glicose no sangue.

CONSULTORIA: *ARY LOPES CARDOSO, PEDIATRA E NUTRÓLOGO INFANTIL, COORDENADOR DO GRUPO DE NUTRIÇÃO DO INSTITUTO DA CRIANÇA, TEL.: (11) 3069-8610
*DENISE MARCO, NUTRICIONISTA, TEL.: (11) 3262-0113
*JOSÉ VICENTE NORONHA SPOLIDORO, GASTROENTEROLOGISTA
*MAURO BATISTA DE MORAIS, PROFESSOR ASSOCIADO LIVRE-DOCENTE DA DISCIPLINA DE GASTROENTEROLOGIA PEDIÁTRICA
DA UNIFESP, TEL.: (11) 5575-6671
*NATHÁLIA CALIFRE, NUTRICIONISTA DA VP CONSULTORIA NUTRICIONAL, TEL.: (11) 5084-0596
* na segunda pagina da materia tem link de receitas especificas para alergicos e intolerantes

Escrito por Maira mãe do Gabriel às 09h00
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09/02/2010

SAIBA MAIS SOBRE A ALERGIA

NO LINK ABAIXO VC ENCONTRA 44 PAGINAS DE UM TRABALHO DE PESQUISA DESENVOLVIDO NA UNIDADE DE ALERGIA E IMUNOLOGIA DO ICR HC/FMUSP TEM OTIMAS EXPLICAÇÕES SOBRE A ALERGIA AS PROTEINAS DO LEITE SOJA E OUTROS ALERGENOS COMUM,  DESENVOLVIDO PELA PROFESSORA E DRA. CRISTINA MIUKI ABE JACOB.

http://www.fooddesign.com.br/arquivos/academia/Cristina%20Miuki.pdf 


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 15h48
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Perigo à mesa



Quais são os alimentos que mais causam alergia na infância


 

A alergia alimentar é um tormento que afeta cerca de 8% das crianças. Pelo menos 40 sintomas podem estar associados a ela, entre cólica, vômito, diarréia (às vezes com sangue), urticária, coceira, otites de repetição, tosse, espirro, anemia, baixo crescimento, rinite, dor de cabeça, inchaço nos lábios, na língua e na garganta e choque anafilático. Os sintomas em geral surgem logo após a ingestão do alimento, mas podem aparecer alguns dias depois.

'Há muita desinformação sobre o assunto. Quando existe alguma suspeita, o ideal é procurar um especialista', recomenda a diretora-secretária da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, Maria de Fátima Marcelos Fernandes. O diagnóstico e o tratamento costumam ser feitos por exclusão: o alimento suspeito é retirado da dieta. Se os sintomas desaparecem, significa que ele não deve mais fazer parte do cardápio da criança.Depois de seis meses a um ano, tenta-se reintroduzir o alimento na dieta. Se os sintomas voltarem, ele é excluído novamente.

'As reações alérgicas são causadas principalmente pelas proteínas de sete alimentos. O campeão é o leite, seguido do ovo. Em menor grau vêm a soja, o amendoim, o peixe, os frutos do mar e o trigo', diz a pesquisadora do Instituto da Criança, Andrea Keiko Fujinami Gushken. A alergia na infância tende a melhorar em função da maturidade do sistema gástrico. 'Cerca de 80% das crianças deixam de ser alérgicas à proteína do leite ao completar 3 anos. E, nos adultos, o total de alérgicos a alimentos não passa de 2%', diz a pediatra Cristina Miuki Abe Jakob, chefe da unidade de imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Enquanto o problema não se resolve, é fundamental verificar sempre os rótulos de produtos alimentícios, cosméticos e até de medicamentos. Leia a seguir algumas dicas para lidar melhor com as principais alergias alimentares.

Peixe e frutos do mar
Peixe, camarão e outros frutos do mar integram o grupo de risco, mas o problema é menos comum nas crianças porque elas simplesmente não têm o hábito de comer esses alimentos. Para a dona de casa Marchily Esmeralda dos Santos, 23, mãe de Maria, 6 anos, que teve a alergia a caranguejo descoberta aos 3, a única modificação no cardápio diário foi o corte de qualquer fruto do mar e peixe de água salgada. 'Alguns ela pode, outros não. Então prefiro não arriscar', diz a mãe. O risco é mesmo alto.

Segundo as pesquisas, quem é alérgico a camarão tem 75% mais chances de apresentar os sintomas quando come caranguejo e lagosta, por exemplo. Se tem contato com o camarão, Maria fica com os olhos, os lábios e a garganta inchados e com bolas avermelhadas pelo corpo. 'Só de sentir o cheiro, ela é capaz de passar mal. Quando vamos para o litoral, sentamos bem longe das barraquinhas de praia e coloco na bolsa um antialérgico para qualquer emergência', conta.

Leite
A bióloga Ana Margareth, 35 anos, mãe de Nathércia Hoch, 4 anos, é do tipo que leva sanduíche em festa. Tudo começou quando a primeira mamadeira da menina, aos 8 meses, a deixou com os lábios roxos, sem ar e cheia de bolinhas vermelhas. Uma injeção de adrenalina no pronto-socorro salvou-lhe a vida da pior reação possível a alergia alimentar: o choque anafilático. A mãe baniu o leite e derivados da vida da pequena Nathércia. E comprou uma espécie de caneta com adrenalina auto-injetável para emergências.

O caso de Nathércia, felizmente, é raro. 'Estudos recentes constataram que em um grupo de 10 mil crianças, 7,3% apresentavam suspeita de alergia a leite. Dessas, apenas 5% tiveram a confirmação do problema', conta o pediatra Glaucio Granja de Abreu. 'Há uma overdose de suspeitas de alergia à proteína do leite de vaca. É preciso avaliar o histórico clínico e laboratorial da criança com cuidado para fazer o diagnóstico.'

Nutrientes Quem tem alergia à proteína do leite de vaca precisa obter o cálcio de outras formas, normalmente em cápsulas ou comprimidos efervescentes, recomendados pelo médico. É importante tomar sol de 10 a 15 minutos, de duas a três vezes por semana, no período da manhã. A exposição ao sol produz vitamina D, que estimula a absorção do cálcio.

Substituição Se o bebê que mama no peito tem alergia à proteína do leite de vaca, é preciso cortá-lo da dieta da mãe. Jamais suspenda a amamentação, pois não existe alergia ao leite materno. Após o desmame, recomenda-se o uso de fórmulas infantis à base de soja.

Onde está Manteiga, algumas margarina, queijo, creme de leite, chocolate, sorvete, bolo, pudim, empanados, suflês, molhos, tortas, leite condensado, iogurte, farinha láctea, achocolatados, entre outros.

Nos rótulos, evite Lactose, caseína, caseinato, proteína do soro, betalactoglobulina, alfalactalbumina.

Alergia X intolerância A intolerância à lactose (açúcar do leite), que tem como sintomas mais comuns náusea, dores abdominais, diarréia ácida e gases, é mais um fator que confunde os especialistas. Diferentemente da alergia, não é preciso deixar de ingerir leite ou derivados. Normalmente basta controlar a quantidade.

Margarina x creme vegetal

Atenção alérgicos ao leite. Toda margarina contém até 3% de gordura láctea, leite ou soro de leite em sua composição, portanto deve ser evitada. Apenas os chamados cremes vegetais - alimentos produzidos com óleos vegetais, água e outros ingredientes -- estão livres de leite em sua formulação. Como as embalagens são semelhantes, é bom sempre verificar os rótulos. Confira o quadro abaixo:

CREMES VEGETAIS
(não contêm leite)
MARGARINAS
(contêm leite)
Becel®
Ciclus®
Margarella®
Delícia®
Soya®
Doriana extra cremosa®
 
Doriana Yofresh®
 
Leco®
 
Mila®
 
Primor®
 
Qualy®
 
Vigor®

 

Soja
A alergia à proteína de soja atinge de 7% a 13% das crianças com alergia ao leite de vaca, apesar de ser o seu principal substituto.

Onde está Molhos e condimentos industrializados, como shoyu, queijo tofu, bolo e tortas integrais.

Nos rótulos, evite Dicilina, conglicinina. A lecitina de soja, um aditivo alimentar comumente encontrado nos produtos industrializados, não causa problemas.

Ovo
A proteína da clara, a albumina, é a causadora das alergias, mas recomenda-se excluir a gema também da alimentação, pois é impossível separá-las completamente. Onde está Maionese, sorvete, pão-de-ló, suflês, musses e empanados, macarrão, panquecas, bolachas, bolos, pão de queijo, entre outros. Nos rótulos, evite Albumina, ovomucóide, ovoalbumina e lisozima. Substituição Preparações sem ovos ficam com a textura prejudicada. Pode-se trocar cada ovo inteiro em tortas e bolos por uma colher de sobremesa de vinagre branco.

Trigo
Alérgicos às proteínas do grão de trigo têm de passar longe da padaria. Não podem apreciar nem mesmo as preparações que não levam sua farinha, como o pão de queijo, por causa do risco de contaminação. Têm 20% de chances de desenvolver alergia também à cevada e ao centeio.

Onde está Na maioria dos pães, biscoitos, massas, molhos, sopas e suflês.

Nos rótulos, evite Tudo o que contiver trigo (farinha, farelo, gérmen).

Substituições Use fécula de batata, polvilho doce, farinha de milho, farinha de arroz, amido de milho. Para ganhar maciez nessas receitas, coloque claras em neve.

Dicas da nutricionista Gabriela Ackel Corradi, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo

 

http://revistacrescer.globo.com/Crescer/0,19125,EFC989732-2215,00.html 


Escrito por Maira mãe do Gabriel às 15h36
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